Quando a internet funcionava a 28 kbs encontrei-te.
Passei a ver-te em 56kbs no netmetting,
sentimos as primeiras emoções assim.
Encontrei-te em lx quando tudo era a 128kbs em rdis.
Assim foi o primeiro contacto real.
Confuso, estranho, surreal.
Deixei-te ir quando os 256kbs chegaram.
Procurei-te aos 512kbs,
feliz, animado, mudado.
Desta vez no messenger já a 1mbs,
fizemos planos de felicidade.
Sevilha como destino de encontro a 2mbs.
Sonho, ansiedade, descoberta.
Planos diferentes e incompatíveis a 4mbs.
Deixei-te ir novamente.
A 8mbs ainda pensava em ti, mas não te procurei mais.
Hoje a 24mbs és uma recordação como os 28kbs...
Este texto era para participar no 2.º concurso de histórias em formato t-zero, sobre o tema "primeira vez", no blog Uma imensa minoria, mas mais uma vez, ficou na gaveta...
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas da gaveta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas da gaveta. Mostrar todas as mensagens
Coisas da Gaveta...
Etiquetas: coisas da gaveta, vida | 1 comentários
Coisas da gaveta...
Sempre a pensar em ti. Sempre em ti....
Não sei porque... Não te consigo tirar da ideia. Qualquer coisa, por mínima que seja, lembra-me a tua presença, o teu sorriso, o teu corpo...
Não sei mais que fazer. Dou por mim a pensar em ti constantemente... Sempre a pensar em ti...
A ultima vez que te vi, deixei-te a dormir aninhado na nossa cama. Sai sem te acordar, sem deixar bilhete, nota, recado, explicação. Não seria necessário de qualquer forma. Tu entendes-me como ninguém, sabes que não gosto de despedidas. Desde esse dia, que não paro de pensar em ti.
Sempre, constantemente, incessantemente...
Não sei porque... Não te consigo tirar da ideia. Qualquer coisa, por mínima que seja, lembra-me a tua presença, o teu sorriso, o teu corpo...
Não sei mais que fazer. Dou por mim a pensar em ti constantemente... Sempre a pensar em ti...
A ultima vez que te vi, deixei-te a dormir aninhado na nossa cama. Sai sem te acordar, sem deixar bilhete, nota, recado, explicação. Não seria necessário de qualquer forma. Tu entendes-me como ninguém, sabes que não gosto de despedidas. Desde esse dia, que não paro de pensar em ti.
Sempre, constantemente, incessantemente...
Etiquetas: coisas da gaveta, vida | 0 comentários
Subscrever:
Mensagens (Atom)